A eliminação do Esporte Clube Bahia para o Clube do Remo na Copa do Brasil aumentou ainda mais a pressão sobre o técnico Rogério Ceni. Após semanas de desempenho irregular, o time voltou a apresentar dificuldades táticas e pouca criatividade ofensiva. Na tentativa de surpreender, Ceni promoveu mudanças na formação da equipe, mas as escolhas acabaram gerando fortes críticas da torcida e de analistas esportivos. Mudança de posição de Luciano Juba gerou questionamentos Uma das principais reclamações foi a utilização de Luciano Juba como terceiro zagueiro durante boa parte da partida. O jogador vinha sendo um dos atletas mais decisivos do elenco, com gols e boas atuações ofensivas recentes. A decisão de recuar Juba afastou uma das principais armas ofensivas do Bahia da área adversária, enquanto o setor ofensivo apresentou pouca eficiência durante o confronto. Atuação coletiva abaixo Além da alteração tática, o desempenho individual de diversos jogadores também foi alvo de críticas. Atletas como Everton Ribeiro e Jean Lucas tiveram atuação discreta, enquanto o sistema ofensivo pouco conseguiu criar. O time ainda insistiu em jogadas pela direita sem efetividade, enquanto o Remo conseguiu controlar momentos importantes da partida mesmo com limitações técnicas. Pressão aumenta A eliminação reforça o momento delicado vivido pelo Bahia na temporada. Apesar de parte da torcida reconhecer limitações do elenco montado para 2026, as escolhas de Rogério Ceni passaram a ser alvo de críticas mais intensas após a derrota. O treinador agora vê crescer a pressão por mudanças imediatas no desempenho da equipe e até discussões sobre sua permanência no comando técnico. Por Redação Navegação de Post Qatar divulga pré-lista para a Copa de 2026 com presença de dois brasileiros naturalizados Flamengo chega desfalcado para duelo decisivo contra o Vitória pela Copa do Brasil