Após o empate em 1 a 1 com o Juazeirense, o técnico do Bahia, Rogério Ceni, não poupou críticas ao gramado do Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro. A partida foi marcada por dificuldades técnicas e terminou com os dois gols anotados em cobranças de pênalti, um em cada tempo.

Visivelmente incomodado com as condições do campo, o treinador colocou em dúvida até mesmo a caracterização do confronto como uma partida profissional. Segundo Ceni, o estado do gramado comprometeu o desempenho das equipes e prejudicou o espetáculo.

“Não sei nem se dá para chamar isso de jogo. Parece mais o campo de um condomínio. Foi mais uma pelada do que uma partida oficial. Infelizmente, somos obrigados a disputar esse tipo de confronto, mesmo poupando alguns jogadores”, afirmou.

O comandante tricolor ressaltou que, diante do cenário, o principal saldo positivo foi o resultado. “O lado bom foi não ter saído derrotado. Queríamos vencer, manter a invencibilidade e evitar prolongar esse resultado negativo. Também pensamos em preservar atletas para chegarem mais inteiros contra o Vasco. No fim, o que ficou de positivo foi apenas o pênalti convertido e o gol marcado”, completou.

Ceni ainda fez uma comparação direta entre o Estádio Adauto Moraes e a Casa de Apostas Arena Fonte Nova, casa do Bahia. Para ele, a diferença entre as praças esportivas é gritante.

“A Fonte Nova é um paraíso perto disso aqui. Não há condições de jogo. Se você tenta sair jogando, perde a bola; se tenta uma tabela no meio, o buraco acaba acertando a canela. Ainda assim, fizemos bons primeiros 15 ou 20 minutos e criamos boas chances de gol”, concluiu.

By Gabriel

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