Foto: Reprodução / TV Globo O apresentador Tadeu Schmidt abriu a edição ao vivo do Big Brother Brasil 26, exibida na última sexta-feira (17), com um discurso marcado pela emoção ao falar sobre a morte de seu irmão, Oscar Schmidt. Mesmo enfrentando o luto, ele decidiu permanecer no comando do programa como forma de honrar a memória do ex-atleta. Durante a fala, Tadeu explicou que sua escolha de seguir trabalhando foi inspirada na postura profissional que sempre admirou no irmão. Segundo ele, o comprometimento de Oscar com a carreira foi determinante para sua decisão. “Ele sempre foi minha maior referência, especialmente na dedicação ao trabalho”, destacou. O apresentador também relembrou o espírito de equipe que marcou a trajetória do ex-jogador, ressaltando que ele jamais deixava seus companheiros na mão, independentemente das circunstâncias. Esse exemplo de responsabilidade e entrega foi apontado como um dos principais motivos para que ele estivesse presente na atração naquele momento delicado. Visivelmente abalado, Tadeu pediu compreensão ao público e afirmou que faria o possível para conduzir o programa com profissionalismo, mesmo diante da dor. Ele reforçou que sua participação naquela edição era uma forma de prestar homenagem ao irmão. Essa não foi a primeira vez que o apresentador mencionou a importância de Oscar publicamente. Em ocasiões anteriores dentro do próprio reality, ele já havia citado o irmão como uma de suas maiores inspirações pessoais e profissionais. Reconhecido como um dos grandes nomes do basquete brasileiro, Oscar Schmidt construiu uma carreira de destaque e acumula feitos históricos. Conhecido pelo apelido de “Mão Santa”, ele se notabilizou pela impressionante capacidade de pontuar e pela longevidade nas quadras. Ao longo da carreira, defendeu a Seleção Brasileira em cinco edições dos Jogos Olímpicos e quatro Copas do Mundo. Com 1.093 pontos marcados, tornou-se o maior pontuador da história das Olimpíadas. Mesmo tendo sido selecionado no draft da NBA em 1984 pelo New Jersey Nets, optou por não atuar na liga norte-americana para continuar representando o Brasil — decisão que reforçou ainda mais sua ligação com a Seleção. Anos depois, recebeu reconhecimento internacional ao ser homenageado pelo Hall da Fama do basquete. Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, após enfrentar um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Ele deixa a esposa, Maria Cristina Victorino, e dois filhos, Felipe e Stephanie. Por Redação Navegação de Post Vini Jr. volta a desfalcar treino e pode ficar fora de amistoso da Seleção contra a Croácia Brasil conquista prata na ginástica rítmica em etapa da Copa do Mundo no Azerbaijão